PENSADORES QUE ME TOCAM

“Quando você pergunta a si mesmo se é feliz, você deixa de sê-lo… Os antigos provavelmente suspeitavam disso, razão pela qual sugeriam que, sem trabalho duro, a vida não ofereceria nada que a tornasse valiosa. Dois milênios depois, a sugestão não parece ter perdido a atualidade.” Zygmunt Bauman

“O homem que não sabe dominar seus impulsos instintivos é sempre escravo daquele que se propõe a satisfazê-los”

"Qualquer que seja a razão, o inconsciente muitas vezes nos domina e sempre nos cega " Gustave Le Bon

27 de outubro de 2010

Sucesso = Visibilidade no PDV

VISIBILIDADE NO PONTO DE VENDA. PRINCIAPAL FATOR PARA O SUCESSO DO LANÇAMENTO DE UM PRODUTO.



Matéria produzida pela aluna do Memorial 02/2010: Karine - karine.mayara@terra.com.br

De acordo com a matéria divulgada pelo site Mundo do Marketing, http://www.mundodomarketing.com.br, a revista Supermercado Moderno, encomendou um estudo a Toolbox TM, empresa especializada em auditoria e monitoramento do ponto de venda, com o intuito de descobrir o que motiva a compra de um novo produto.

A amostra foi realizada com 1.488 participantes via internet, entre eles homens e mulheres, entre 20 e 69 anos, das classes A, B e C, shoppers, compradores de lançamentos nos últimos três meses ou com intenção de compra nos próximos três meses.

Foi identificado que a principal característica do consumidor brasileiro é o fato dele já ter conhecimento do produto antes de chegar no PDV. E como isso acontece?

Dos 66% que disseram ter visto ou ouvido falar sobre o lançamento do produto antes de adquiri-lo, 27,7% assistiram a propaganda na TV, contra 13,5% que o conheceram pela internet. Isso significa que a TV ainda é a ferramenta mais eficaz para divulgar as novidades do varejo. Diante disso, a visibilidade no PDV é o principal atrativo para o lançamento de um novo produto.

A pesquisa mostra ainda novos hábitos e velhas soluções: 55,4 % dos shoppers decidiram a compra do novo produto no PDV, enquanto 44,6% já tinham planejado.

Nesse ínterim, seu comportamento tem demonstrado aumento na percepção dos materiais de ponto de venda. Desde 98 eles tem lembrados do material promocional, nesta época registrava 44% de lembrança, em 2004, 42% e, em 2010, 71%.

Por outro lado a busca por novos produtos aponta que primeiramente as empresas devem investir em novidades, já que 58,5% dos participantes afirmaram que substituem as compras que normalmente fazem por produtos novos.

Além disso, a pesquisa demonstra que os níveis de fidelidade do produto é diferente, ela depende da categoria do produto, alguns conseguem retê-los por mais tempo e outras não.


Na categoria eletrodomesticos, por exemplo, a geladeira é o lancamento preferido dos shoppers, segundo a pesquisa ela foi o produto comprado por 18.2% dos entrevistados. Na categoria eletroeletrônico, 31.9% compraram tvs. Entre os itens mais vendidos nas opções de aparelhos moveis foram os celulares com radio e mp3. No caso dos eletros e dos celulares os shoppers buscam informações na internet antes de ir ao pdv.


Outra questão levantada no estudo é adequação da variedade de produtos ao desejo do consumidor, pois atualmente nas lojas de celulares e eletro, por exemplo, as marcas expõem apenas os produtos em ofertas para supostamente aumentar a movimentação no pdv, ou seja o produto está sendo exposto, não visto.

Dos entrevistados, segundo dados do estudo, 32% concordam que a falta do produto que ele busca na prateleira quando ele é lançado é a pior experiência no pdv. Sendo assim antes de pensarmos em mirabolantes peças de publicidade devemos nos atentar a todas as pesquisas sobre comportamento do consumidor, principalmente quando se fala em pdv.

No dia 06 de outubro sai o resultado da terceira edição da pesquisa ‘’ "O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados".

Marketing Mobile - caminhos - dúvidas e tendências

A partir de uma reportagem divulgada no site do IDG now
http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/09/03/idgnoticia.mobile_marketing/
Vamos reproduzir alguns trechos da matéria e tecer alguns comentários
A materia retrata um evento, o Mobile Marketing Fórum.
Especialistas apontam que as midias vbem convergindo, saindo de suas ilhas e passando a transitar, trocar conteudos e se interligarem. Desta forma como aconteceu no mercado com a internet integrando-se com Tv e rádio parece que o celular deve seguir a mesma tendência. Porém há impecílios.
Segundo a máteria a Sra. Sandra Jimenez, Chief Marketing Officer da Abril, aponta como problema a falta de informações sobre os usuários, devido ao fato de 80% da base nacional ser de aparelhos pré-pagos.


Assim como que fazer para a modalidade decolar?
Para Sandra, já há exemplos de coisas que dão certo. Um caso são os aplicativos patrocinados, que fornecem conteúdo da editora junto com o anúncio de alguma marca. "Tivemos mais de 500 mil downloads de nossos apps para iPhone", disse. No entanto, ela cita que a editora também está focando em outras plataformas, como Symbian e, principalmente, Android, que tem tido forte crescimento. Para isso, a Abril fez parcerias com o INDT - Instituto Nokia de Desenvolvimento de Tecnologia e com a NavTeq, empresa que produz aplicativos móveis.

Apesar de a verbas voltadas para esse tipo de ação ainda serem pequenas, Sandra disse que esses aplicativos já são mais rentáveis que banners em sites móveis e SMS patrocinados.

Outro exemplo são os chamados "decks" – os portais móveis das operadoras. "É um lugar fundamental, de alto impacto", aponta Guilherme Loureiro, interactive media manager da agência Talent. "Para quem vende conteúdo, é a melhor posição", disse Sandra. E a mídia também serve para montar um banco de dados. "É proibido que os aplicativos capturem qualquer informação do usuário, então fizemos parceria com a TIM para montar um cadastro com 300 mil nomes", contou.

Castelo, da F-biz, diz que o momento é "único" para o setor. "Já temos as métricas, tudo", acredita. "Só falta o mercado apostar". Xavier também vê o mercado com otimismo. "O futuro das promoções, por exemplo, não é mais a mídia impressa, mas a móvel, com o uso de aplicativos de geolocalização", aponta. Para ele, em breve será comum receber no celular uma promoção de um restaurante perto de onde você se encontra, por exemplo, se houver algum serviço desses instalado no aparelho, claro.


Boas práticas - DESAFIOS



Outro desafio enfrentado pelo mercado de mobile marketing é como lidar com o consumidor, normalmente avesso à publicidade e, ainda mais, ao spam. Para mim professor Caco, o desafio esta em gerar experiências e vivências com a marca pelo celular com realidade aumentada, ou com redes como foursquare etc...


Para trabalhar estes desafios, as empresas do setor estão reunidas em um comitê para atualizar o Manual de Boas Práticas, cuja última versão data de março do ano passado. "Reunimos 27 empresas nessa discussão, incluindo operadoras, integradoras e agências", explica Marco Lopes, diretor-geral da Mobile Marketing Association América Latina.

Ele explica que o documento do ano passado já se preocupa com questões centrais para o setor, como a privacidade e a permissão explícita do usuário para receber ações de marketing. Para Lopes, empresas que não respeitarem essas diretrizes podem acabar "queimando" a imagem do setor, o que seria ruim para todo mundo. "Por isso, a autoregulamentação é fundamental", afirma.

Mas de nada adianta o usuário aceitar se o conteúdo não for adequado para o perfil daquel público, diz Lopes. "O anúncio precisa ser relevante, senão será considerado spam mesmo", disse.
Assim, no meu entendimneto (CACO) não adianta enviar qualquer coisa a qualquer um. Fazer programas de IA (inteligencia Artifical) que leia o chip do aparelho e direcione anúncios específicos pelo perfil de usuário de telefone deve ser ao meu ver o caminho. Ações de blue tooth em PDV dando brindes e propondo gincanas com boas premiações.

Velocidade do caminhar influencia compra

Vejam que interessante a matéria trazida ao nosso conhecimentno por um aluno do atual oitavo semestre... Ela foi publicada no Mundo Marketing em Abril deste ano.
Autoria:
Marketing
Afinal, o que é uma Jornada de Compra Rápida?



Um estudo realizado com 75 mil consumidores mostra que as compras rápidas são feitas por pessoas que andam mais devagar no ponto-de-venda

Apesar de fundamental para descobrir como atender ao shopper de forma mais eficiente e aumentar as vendas, o entendimento dos tipos de jornada de compra ainda é um bicho-de-sete-cabeças até mesmo para os especialistas no assunto. Nesta edição de nosso artigo, abordarei a jornada de compra rápida, responsável por, no mínimo, metade do volume total de compras, e as formas de identificação desse tipo de compra a partir de dados de um estudo que investigou o comportamento de mais de 75 mil shoppers.

A quantidade de produtos comprados pode caracterizar uma jornada de compra?
A grande vantagem em utilizar o número de itens comprados para caracterizar uma jornada de compra é que contar itens é um fator menos subjetivo, além de ser feito automaticamente pelo scanner eletrônico do check out. Isso significa que, teoricamente, existem toneladas de dados sobre o histórico de jornadas de compras disponíveis aos varejistas.

No entanto, você já teve acesso a alguns desses dados? Não? Apesar de gastarmos muito tempo olhando para dados de histórico de compras, ainda não conheci um varejista que analise os diferentes tipos de jornada de compra considerando os itens adquiridos pelos shoppers. Um fato crucial para esse estudo, é que a quantidade mais comum de itens comprados em qualquer loja no mundo é de apenas um produto, independente da classe de comércio ou canal – seja loja de conveniência, farmácia, supermercado.

Dito isto, vale lembrar que a média do tamanho da cesta de compras varia bastante. Em farmácias, a média mais provável é de três itens, enquanto em supermercados são cinco itens. Isso complica as coisas significativamente se você está tentando definir um tipo de jornada de compra por meio do número de itens da cesta de compra. Em resumo, definir o conceito de jornada de compra rápida usando como critérios o número de itens comprados é uma simplificação perigosa.

Analisando a cesta de compras do shopper

Se soubéssemos o tipo de produto que o shopper está mais propenso a comprar em uma jornada de compra rápida, poderíamos então, listar os itens e usar esta relação para definir o tipo de jornada? Em meu livro “The Quick Trip Paradox”, Mike Twitty da Unilever chamo a atenção exatamente para esta possibilidade, mas concluo que não há uma lista de compras comum que caracterize a jornada de compra rápida. Do ponto de vista do shopper, ela é caracterizada pelo imediatismo, um produto de que precisam imediatamente, como pilhas, creme de barbear, um ingrediente de uma receita ou mesmo produtos que serão consumidos imediatamente, como bebidas, salgadinhos ou alguma outra indulgência.

Uma nova visão da jornada de compra rápida

Para investigar a fundo os tipos de jornada de compra, realizei um estudo considerando uma série de variáveis do comportamento do shopper e os diferentes tipos de jornada, como: a duração da compra, a velocidade do shopper, a porcentagem da loja visitada, as seções visitadas, entre outras métricas.

Então, estudamos o comportamento de 75 mil shoppers de três lojas e, em seguida, realizamos uma análise de cluster, para definir grupos de shoppers. A velocidade dos passos é um descriminante significativo entre os grupos de shoppers. Percebemos que os shoppers de jornada de compra rápida andam mais devagar, enquanto os shoppers que fazem compra de abastecimento andam mais rápido.

Essa descoberta contra-intuitiva é uma conseqüência direta do fato de que os shoppers de compras rápidas gastam a maior parte do pouco tempo que passam na loja comprando mercadorias - em pé em frente às prateleiras, enquanto o shopper de abastecimento passa muito tempo circulando pela loja – andando bem mais rápido do que a média. O estudo apresentou um olhar preliminar sobre as diferentes jornadas de compra, mas foi especialmente importante por comprovar a complexidade da definição do comportamento do shopper e o perigo de tratarmos do tema de forma simplista.

Herb Sorensen (Ph.D e Diretor da TNS Retail and Shopper Insights. Especialista no estudo do comportamento do consumidor no ponto-de-venda).


Fonte: Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br)
23/04/2010

Chuva de twix revolta publico e mídia...

Você teve notícias sobre a chuva de Twix??

25 de setembro de 2010

O Futuro das Pormoções - capitulo 3 corpo-mídia

Gente no semestre passado tive uma surpresa que me deixou perplexo.

Um aluno meu  marcos.castanho@cp7.com.br me deixou pasmo
Pensei estar vivendo em um filme de ficção. Ele na hora não fez a relação, acho que até o momento ninguém o fez.
Vocês sabiam que a Phiillips desenvolveu uma tatuagem sensorial? Ativadas pelo toque ou sensações?
Vejam o link da phillips...

http://www.design.philips.com/probes/projects/tattoo/index.page




Agora imagine esta situação:
Sua namorada, irmã ou filha andando na praia e alguém a aborda... diz "Sou da Agência X e quero alugar seu corpo para colocar um chip com uma tatuagem sensorial. Queremos uqe ande pela praia exibindfo nossa marca em seu corpo. Depois tiro o chip e te pago SS reais" imaginaram?
Imaginem o jogador que faz o gol e a adrenalina faz aparecer o nome de seu patrocinador em sua face.



Este mundo não esta tão distante e deve ser muito mais que factivel nos próximos anos.
É uma questão de custo e benefício, questão meramente de mercado. Alias a idéia por enquanto é só minha, ninguém pensou em associar a tatuagem com promoção.. logo respeitem os direitos autorais...

Se preparem para o corpo ser a nova mídia out door. O corpo-mmídia.
Abraço
Caco

19 de setembro de 2010

Experiência no lugar de produtos ou serviços

Em uma das ultimas aulas falamos que as lojas de varejo estão adotando a tendência do Marketing de Experiência, uma aluna nos reporta sua vivência. Você tembém pode contribuir, este blog é nosso! de todos os estudantes de merchandising e promoção.


Gente, quem já sonhou em patinar no Carrefour?
Pois é! O Carrefour inova com uma ação de marketing experience. Baseados na comunidade do Orkut ‘’ Sonhava em patinar no carrefour’’ a empresa esta promovendo em seu blog a campanha ‘’ venha patinar no Carrefour” para comemorar os 35 anos no Brasil, com intuito de gerar experiência no PDV. Os 200 primeiros inscritos no evento, que acontecerá no dia 18 de setembro das 23h as 02h na loja da marginal pinheiros, poderão matar a vontade e patinar pelos corredores . Bem, vamos esperar para ver no que vai dar.
http://carrefour35anos.com.br/blog/2010/09/09/patine-no-carrefour/
No vemos em breve.
Aluna: Karine – MM noturno 7B3
karine.mayara@terra.com.br [karine.mayara@terra.com.br]




Vejam:
A agência envolvida na criação da ação é a Bullet. Ela descobriu que mais de 40 mil membros da comunidade no Orkut desejavam isso (patinar no Carrefour) como um verdadeiro sonho de infância. Para participar, basta acessar o site www.carrefour35anos.com.br/blog, ler o regulamento e se inscrever pelo e-mail patinandonocarrefour@bullet.com.br até amanhã. Data da patinação: 18 de setembro de 2010

26 de agosto de 2010

Formas de Aprender

Nelson Pacheco Sirotsky , diretor predidente da Rede Brasil Sul , em artigo
intitulado "Ganhos com o Uso de Diferentes Mídias" publicado na seção
Administração e Serviços do Jornal GAZETA MERCANTIL de 28/10/94, p. 30, cita
pesquisa recente realizada pela Universidade de Stanford, CA-USA. Os resultados revelam que as pessoas retêm até 70% do que ouvem, vêem e interagem. Quando apenas vêem e ouvem a retenção cai para 30% das informações. O autor mostra como é importante o uso de novas didáticas ou métodos de aprendizagem que saiam do trivial. (lousa e caderno)
Assim procuramos na medida do possível aplicar esta novas metodologias e esta visão de educação para o séc XXI com nossos educandos em Merchandising e Promoção.
O trabalho Av2 será avaliado em apresentação em sala, pois a idéia é enriquecer a experiência dos colegas com ses pensamentos e reflexões. Portanto, cada grupo terá a oportunidade de inferir sobre o trabalho dos demais, responder dúvidas e auxiliar em seus erros de percurso do projeto. A avaliação não se resume a apresentação do seu projeto de layout de mercado, mas em saber ler e interpretar os trabalhos dos colegas, saber fazer críticas construtivas e propostas de melhorias.
Estamos educando para que novos líderes, empreendedores e publicitários tenham autonomia em sua carreira e precisam saber para isso saber identificar erros e apontar propostas de melhoria em projetos deste tipo.

Até mais
Caco